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Entrevistas a Salgueiro Maia

 Entrevista:
1991, Santarém

1h27m33s até 1h28m51s 
Na manhã do dia 24 decide-se agir. O povo português é que decide politicamente, os soldados são "garantes" da necessidade de liberdade e democracia.

2h04m46s até 2h07m57s 
Na sua visão pessoal, a revolta iria possibilitar o diálogo com os movimentos de libertação e poderia instaurar a liberdade e a democracia em Portugal.

2h09m47s até 2h10m55s 
A adesão popular foi muito forte, e é esta a massa popular que faz avançar os acontecimentos.

2h32m55s até 2h34m33s 
Finalmente, as pessoas começam a perder o medo...

7m27s até 9m58 
A origem do Cravo como símbolo da Revolução

 

Salgueiro Maia
(n.1944 m.1992 )

 
Fernando José Salgueiro Maia nasceu em Castelo de Vide em 1944. Em 1966 ingressou na Escola Prática de Cavalaria (Santarém). Faz a guerra colonial em Moçambique (1967–69), e na Guiné (1971 –73). Foi um dos elementos mais activos do MFA, tendo participado em inúmeras reuniões conspirativas. 
No dia 25 de Abril de 1974, comandou a mais poderosa força dos militares revoltosos, a coluna militar que saiu da EPC (Escola Prática de Cavalaria) de Santarém e marchou sobre Lisboa, ocupando o Terreiro do Paço, e fazendo frente às forças do Regime que aí se concentraram. Horas mais tarde, comanda o cerco ao Quartel do Carmo, que termina com a rendição de Marcelo Caetano. Após a entrega do chefe do governo destituído, no Quartel da Pontinha, às ordens dos revoltosos, monta a guarda na Cova da Moura aos dirigentes saídos da Revolução: a Junta de Salvação Nacional. No dia seguinte, regressa ao seu lugar na Escola Prática de Santarém. Recusou, ao longo dos anos, ser membro do Conselho da Revolução, adido militar numa embaixada à sua escolha, governador civil de Santarém e pertencer à casa Militar da Presidência da República. Promovido a major em 1981. Morre em 1992.


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